De acordo com a Polícia Militar, três pessoas morreram na tentativa de assalto aos carros-fortes, que ocorreu ontem (06)   pela manhã na BR 376.  Trata-se do caminhoneiro Vilson Pereira, de 41 anos, o vereador de Barra do Jacaré, cidade localizada ao norte do Paraná, Elton de Alexandre de Aguiar Matta (PV)  e um suspeito em participar do crime, que morreu baleado em confronto a cerca de 7 km do local da ação. Ao menos quatro pessoas que passavam pelo local ficaram feridas. Houve troca de tiros entre criminosos e vigilantes dos carros-fortes.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF)a ação começou por volta de 8h e 50min da manhã, quando os assaltantes atravessaram um caminhão bitrem na rodovia. Informações da PRF indicam que ao menos 10 pessoas participaram do roubo em 6 carros. A PRF informou também que até o momento 2 bandidos foram capturados.

A rodovia chegou a ficar totalmente bloqueada nos dois sentidos, formando um congestionamento de 20 quilômetros no sentido interior, segundo a concessionária. A rodovia foi totalmente liberada às 17h.

Segundo o delegado Rodrigo Brown, do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope)  as informações apuradas pela polícia revelam que o grupo é suspeito de realizar outros ataques a carros-fortes no Paraná, São Paulo e Santa Catarina.

Nesta manhã o Portal G1 publicou uma notícia em que informa que a polícia diz ter achado o esconderijo da quadrilha suspeita de tentar roubar carros-fortes na BR-376. Trata-se de uma chácara localizada em Bateias, distrito de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. Durante a ação policial que ocorreu na noite de terça-feira(06)  dois suspeitos morreram em confronto. Os suspeitos chegaram em um carro logo depois de equipes da Polícia Militar (PM)  e da Rondas Ostensivas de Natureza Especial (Rone)  encontrarem o lugar.

A polícia ainda não confirmou a relação dessas duas pessoas que morreram na troca de tiros na chácara, com a tentativa de assalto. Durante a ação, a equipe policial apreendeu dois veículos roubados, um fuzil, uma pistola, coletes à prova de bala e explosivos, entre outros objetos usados em ações contra agências bancárias.

 

Fotos:Divulgação/PRF