Corpo de Bombeiros alerta que casos de afogamento podem ser evitados com ações preventivas

Corpo de Bombeiros alerta que casos de afogamento podem ser evitados com ações preventivas

Publicado em: 31 dez, 2018 às 11:37

Neste período de férias, o número de afogamentos aumenta significativamente.  Segundo o Corpo de Bombeiros de Palmeira, a grande maioria das vítimas são crianças de 1 a 9 anos de idade. Os socorristas alertam que essas situações podem ser evitadas por meio de atitudes preventivas.

Em relação aos cuidados na praia, algumas medidas mencionadas são:

*Pergunte sempre ao guarda-vidas qual é o melhor local para banho, procure nadar próximo a ele;

*Tenha atenção com as crianças, caso encontre alguma perdida leve-a ao posto de guarda-vidas;

*Evite ingerir bebidas alcoólicas e alimentos pesados antes do banho de mar;

*Nade longe de pedras, estacas ou piers;

*Cuide com as valas, nelas há maior correnteza apesar de aparentar uma falsa calmaria;

*Certifique-se da profundidade da região em que deseja mergulhar;

*Ao pescar em pedras, observe se a onda não pode alcançá-lo

*Afaste-se de animais marinhos como água-viva e caravelas;

*Respeite as sinalizações de perigo na praia.

Em caso de uso de piscinas, o Corpo de Bombeiros alerta:

*Cuide com os horários de banho, a hora do almoço deve ser evitada;

*Tenha grades ao redor da piscina, elas dificultam o acesso de crianças;

*Boias de braço não reduzem o risco de afogamento, tome cuidado;

*Evite brinquedos próximos à piscina, eles funcionam como verdadeiros atrativos;

*Desligue o filtro da piscina quando estiver usando-a;

*Não pratique hiperventilação para aumentar o fôlego sem supervisão;

*Cuidado ao mergulhar em locais rasos, o ideal é colocar avisos;

*Caso deixe a piscina, leve as crianças que estiverem usando-a consigo;

*Cuidado, mais de 40%  dos proprietários de piscinas não sabem realizar primeiros socorros.

Quanto a rios, dados levantados pelo Portal Bem Paraná juntamente com o Sistema Digital de Dados Operacionais do Corpo de Bombeiros em novembro,  indicam que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro concentram até 89%  dos casos de afogamento no Estado.

Segundo o levantamento, a maior parte das tragédias é registrada em cavas e vitimam principalmente homens com idade entre 16 e 23 anos. Nadar nesses lugares pode ser perigoso, já que não há como saber qual é o relevo do local escolhido para banho, além de poder haver buracos, galhos, limo ou outros obstáculos que dificultam ou impedem a saída da água.

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